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1.12.10

Yoga no tratamento da fibromialgia. Publicado 19/10/2010, no blog do Dr. Ruguê

Todos nós que praticamos Yoga temos uma clara percepção dos efeitos da prática sobre a saúde. Métodos simples, fáceis, harmoniosos, nos reequilibram, promovem a saúde e a longevidade e, também, trata doenças estabelecidas. Em nosso esforço de demonstrar trabalhos científicos reconhecidos sobre o tema, apresento aqui uma pesquisa publicada na respeitada revista médica Pain, realizado por pesquisadores da Universidade de Ciência e Saúde de Oregon – USA.
Prática de ioga pode reduzir sintomas de fibromialgia, indica estudo:
Alongamento, meditação e respiração controlada podem ajudar as pessoas que sofrem com as dores musculares e articulares que caracterizam a fibromialgia. Em estudo com 53 mulheres com fibromialgia, pesquisadores da Universidade de Ciência e Saúde do Oregon, nos EUA, observaram bons resultados da participação dessas pacientes em um programa integral de ioga – incluindo 40 minutos de alongamentos leves, 25 min de meditação profunda, 10 min de exercícios de respiração, 20 min de apresentação sobre os princípios da ioga e 25 min de debate das experiências das participantes com a prática.
Publicados recentemente na revista científica Pain, os resultados indicaram que aquelas que participaram do programa apresentaram maiores benefícios na redução dos sintomas da doença, incluindo dor, fadiga, problemas de sono e distúrbios de humor, comparadas àquelas apenas em tratamento padrão. Além disso, as “iogues” aumentaram sua capacidade de realizar as tarefas cotidianas e apresentaram melhores estratégias de enfrentamento da doença.
“Embora a ioga venha sendo praticada há milênios, apenas recentemente os pesquisadores começaram a demonstrar seus efeitos em pessoas que sofrem de dores persistentes”, destacou o pesquisador James Carson. “As descobertas desse estudo piloto oferecem um promissor apoio preliminar para os efeitos benéficos da ioga em pacientes com fibromialgia”, concluiu.
Veja o texto original em inglês: http://www.webmd.com/fibromyalgia/news/20101014/yoga-eases-fibromyalgia-pain

27.11.10

Pequenas mudanças de hábito ajudam a acabar com o cansaço do dia a dia - Publicado em O Globo em 26/11/2010 às 08h54m


Descanse.
RIO - Se o cansaço não está ligado a nenhuma doença, é possível melhorar os níveis de energia no dia a dia fazendo algumas mudanças na rotina e na dieta. A atividade física também é importante. Pessoas sedentárias reclamam mais do cansaço do que as ativas. Bastam 20 minutos de exercício três vezes por semana para reverter o quadro. Confira abaixo as principais causas da fadiga no cotidiano e saiba como tratá-las:
Dormir pouco - É a causa mais óbvia, e a primeira que as pessoas tentam remediar quando sentem-se esgotadas. Diversos estudos mostram que dormir pouco afeta a concentração e a saúde. Se a dificuldade para dormir está ligada à ansiedade ou dura há mais de uma semana, o ideal é procurar um médico. Só ele poderá diagnosticar corretamente o problema.
Apneia - Respirar mal durante o sono - ou até ficar alguns segundos sem respirar - afeta diretamente a disposição no dia seguinte. A maioria das pessoas nem sabe que tem a condição, que pode aumentar o risco de diabetes, pressão alta e doenças cardiovasculares. Parar de fumar e emagrecer costumam reduzir a apneia, mas muitas vezes é necessário fazer tratamento médico.
Dietas restritivas - Não comer direito, ou se alimentar com os alimentos errados, causa um grande desgaste ao organismo. Isto porque a falta de comida (ou o excesso de açúcar e produtos refinados) altera os níveis de açúcar do sangue. Coma pelo menos três refeições por dia que combinem proteínas, carboidratos, frutas ou verduras e só faça dietas com orientação de um profissional da área.
Anemia - O distúrbio é a principal causa da fadiga em mulheres na idade fértil. A perda de sangue durante a menstruação pode causar a deficiência de ferro, uma das principais causas da anemia. O mineral é fundamental para levar oxigênio para o sangue e para os tecidos. Consulte seu médico sobre a possibilidade de tomar um suplemento de ferro e invista em alimentos ricos na substância, como fígado, feijão, mariscos e cereais fortificados.
Depressão - A tristeza e o desânimo que não passam também causam uma série de problemas físicos. Dor de cabeça, perda de apetite, sonolência, cansaço e falta de ânimo fazem parte do quadro. Se os sintomas não melhorarem após duas semanas, é hora de consultar um médico.
Hipotireoidismo - A tireoide é uma pequena glândula que fica na base do pescoço. Ela é responsável pelo metabolismo, que controla a velocidade com que o corpo converte os alimentos em energia. Quando ela está pouco ativa, o metabolismo fica lento. Com isso, as pessoas ganham peso, retêm líquidos e ficam mais desanimadas. Um simples exame de sangue comprova o problema, que costuma ser facilmente tratado com medicamentos.
Excesso de cafeína - Chá, café, refrigerantes e mate, em doses adequadas, aumentam a disposição e a concentração. Só que em excesso (geralmente mais que duas xícaras de café ou duas latas de refrigerante por dia) aumentam os batimentos cardíacos, a pressão e o nervosismo. Se este é o seu caso, reduza o consumo aos poucos.
Doenças cardíacas - Perder o fôlego ou ficar cansado ao limpar a casa, cozinhar ou cuidar do jardim pode ser sinal de que algo não vai bem com o coração. Consulte o médico e elimine a possibilidade de doenças cardiovasculares.

30.7.09

os sintomas como espelhos da alma

a vida vez após outra nos coloca diante de situações parecidas entre si, aparentemente repetidas. porque será? coinscindência?? muito razo né? a vida é perfeita e muito simples até. difícil é só dar a partida no mecanismo que desvenda pra nós todo o seu harmoniozo e perfeito funcionamento.
a metafísica, que significa meta - além e física - matéria, ou seja, além da matéria, compreende o homem como um todo, o que se chama de holismo: o psíquico, o emocional, o energético, o espiritual e o sentimental, numa engrenagem única e perfeita também. tem como princípio que é a alma que organiza a matéria. que é a alma o início, a essência. nessa linha de raciocínio, é a atitude interna que adotamos diante as diversas situações da vida a chave para os nossos problemas físicos. é essa atitude interna que determina a saúde e harmonia do corpo ou que desencadeia o desequilíbrio do mesmo. se cultivamos insalubridade interna, recolheremos de fora também insalubridade. se cultivamos harmonia interior, recolhemos harmonia. conscientes ou não, recolhemos de fora apenas o que permitimos recolher.
se assim é, somos inteiramente responsáveis pela doença que temos. os sintomas são os conflitos internos projetados no corpo físico. e se são, que agradeçamos por eles existirem. dão uma linha. apontam uma direção. mostram qual o seu desafio. a doença é uma forma de auto-conhecimento.
vivemos sedados, levados pelos modos emocionais e físicos automatizados que dificultam a percepção. vivemos repreendidos por modelos e condicionamentos que nos iludem, nos fazendo acreditar que para sermos amados, produtivos, desejáveis temos que estar dentro deste e daquele padrão. quando adormecemos a ponto de compromoter a nossa evolução surge a doença, como um mestre, que nos orienta o despertar e a expansão da consciência. o corpo físico adoece pra avisar que o corpo não-visível está sendo mal utilizado.
uma doença é uma trama de sintomas que representa o que não está em harmonia na alma do paciente. sob esta ótica, todos os sintomas são psicossomáticos, desde uma gripe a um câncer. espelham o que não pode ser entendido por outra linguagem...
quando nos debatemos para nos encaixar nos modelos e padrões exigidos no mundo sem força o suficiente para nos libertar deles lá no fundo, bem dentro de nós, vem aquela sensação de raiva, medo ou culpa. estagnamos nesse momento e essa acomodação gera toxinas que nos dificultam pensar e discernir. a cabeça fica confusa. vem uma sensação de cansaço e falta de vitalidade. vem a frustração, a depressão, o choro, o mau humor, a ansiedade. cada um reage a seu modo. uns aceleram incessantemente em suas ações diárias, não permitindo perceber mais seus sentimentos. outros empacam, fragilizados, na busca por outras fontes de nutrição. mas igual, sedam-se cada vez mais, afastando-se da verdadeira origem desse ciclo venenoso. não há amor nesse percurso, vocês percebem? só há venenos: raiva, medo, culpa... as formas de compensação que buscamos são drogas usadas como ópio para sedar a dor, o vazio e a subnutrição da alma.
tem um livro, que se tornou um dos meus de cabeceira, chamado "a doença como caminho" que resume a manifestação dos sintomas em 7 níveis que vão se agravando conforme a nossa resistência em observá-los e corrigir o problema na fonte:
1- expressão psíquica [idéias, desejos, fantasias]; - não dar vazão às manifestações do Ser acaba em doença!
2- distúrbios funcionais; - seria até aqui o nível ideal de cura!
3- distúrbios físicos agudos [inflamações, ferimentos, pequenos acidentes];
4- distúrbios crônicos;
5- processos incuráveis, modificações de órgãos [câncer, diabetes, aids];
6- morte [por doença ou acidente];
7- deformações congênitas e perturbações de nascença [karma].
não é a toa que esse tempo, essa era na qual vivemos tem mais do que nunca a missão de nos chamar para o amor. adormecidos, endurecidos, tontos, completamente cegos, seguimos cada vez mais nos distanciando dele, chegando ao ponto de sermos bombardeados por misérias imensuráveis, loucuras indescritíveis e pela epidemia mundial da doença do amor, ou da aids, como é mais conhecida... mas o ser humano é perfeito em sua esssência. somos perfeitos em essência, na alma. precisamos despertar pra isso, pro amor. a alma é amor e o caminho da saúde é o caminho do entendimento da alma, ou seja, o caminho do entendimento do amor.
que todos os seres, de todos os mundos possam ser felizes!!